
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Troca-se vida aparentemente perfeita, por vida calma e pacata!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010
11/11/2010

... menos eu!
Muito!
Mais do que eu mesma esperava!
Sim, porque no mundo real ... já todos sabem.
E tu também, certo?
terça-feira, 9 de novembro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Isto é mesmo uma aldeia...
... mas não a trocava por nada deste Mundo!
Uma rede social permitiu-me o reencontro com alguém que conheci aos 7 anos e com quem convivi de perto até cerca dos 13/14. Depois, a vida encarregou-se de começar a complicar-se e acabamos por não ter um contacto tão frequente como outrora. No entanto, no meu imaginário, tratava-se de alguém que me merecia carinho e admiração e que rotulei de ‘fadado para ser bem sucedido’.
Quis, então, o nosso percurso profissional que as nossas agendas se conjugassem finalmente e eis que descobrimos contactos em comum e uma proximidade engraçada que nos leva a questionar como é que ainda não nos tínhamos cruzado antes.
Que bom foi o reencontro!
E que bom foi confirmar que o meu rótulo estava certo.
É como te disse, João: esta nossa Invicta metrópole é mesmo uma aldeia; mas eu não a troco!
; )
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Hoje não é um dia bom!
Sinto-me vazia.Como se tivesse sido arrancada de mim a minha essência.
Aquilo que faz deste cárcere corpóreo eu!
Muito!
E muito alto!
Sem mexer.
Sem sentir!
sábado, 4 de setembro de 2010
Não posso crer!

Já sou a irmã mais velha de alguém há 30 anos!
E não é de um qualquer alguém: é de uma mulher maravilhosa, ainda que crítica; doce, ainda que analítica; excelente filha (admitam-no, Pai&Mãe!), paciente neta, santa Tia e fabulosa cunhada.
Isto sem entrar no domínio profissional onde os elogios ainda mais seriam!
Sim, é verdade: há 30 anos saí para comprar pão e quando cheguei a casa foi-me dito que a Mamã tinha de ir ao Hospital.
Lembro-me de ter sido castigada por não ter cumprido com o que me tinha sido dito por causa do telefone, de adorar o berço onde estava o bebé no hospital e de ter tentado oferecer a fruta que mais me agradava ao mesmo bebé quando ele chegou a casa.
Mas do que mais me lembro é de que aquele ser pequenino foi o ‘meu’ primeiro bebé e que desde que ele chegou a casa a minha vida mudou.
Bom, 30 anos passados, sei que já desiludi muito (e ainda o vou fazer mais vezes!) a minha Mana, mas gostava de me concentrar nos aspectos bons e dizer que:
Mana, apesar de não ter havido a adopção de que falavas em pequenina, gosto MESMO MUITO DE TI!
Um beijo de uma irmã babada e fã número 1!
domingo, 29 de agosto de 2010
É tempo de ...

É tempo de não adiar.
É tempo de admitir.
É duro chegar a certas conclusões, mas necessário fazê-lo.
Só assim se pode iniciar o processo de cura.
E o regresso - o MEU regresso!
Quando estamos perdidos, devemos dar graças pelas nossas bençãos e não lamentar as perdas.

