domingo, 16 de janeiro de 2011

Um fenómeno chamado MP

Eu tenho a sorte de ter uma amiga que é uma força da natureza.
É uma honra tê-la na minha vida e poder com ela estar de quando em vez e da sabedoria dela beber.
É uma Mulher fantástica - mas não o digo para parecer bem. Digo-o, porque acredito que ela o é de facto!
Aliás: Mulheres que me mereçam tamanha admiração só tenho mais 3 na vida e a todas o digo várias vezes - mesmo sabendo que elas podem pensar que apenas estou a fazer uso do dom da palavra.

A MP é uma raridade de inspiração divina que a todos nos encanta pela sua natureza lutadora e positiva - mesmo nas adversidades.
Encontrou o caminho dela e connosco o partilha para nos ajudar.
Pessoas como ela são uma raridade de tão extraordinárias que são!

Por isso mesmo, queria que a minha admiração ficasse devidamente registada.

OBRIGADA, MP, por seres tanto!

OBRIGADA, MP, pelos ensinamentos!

OBRIGADA, MP, por abrilhantares a minha vida!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Troca-se vida aparentemente perfeita, por vida calma e pacata!


Eu sei que há coisas bem piores!
Eu sei que há casos bem mais graves!
Eu até sei que não o devia dizer, ... mas... CARAMBA!
Assim fica difícil - MUITO dificil!
Vamos aligeirar, por favor?
Agradecida!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

11/11/2010



Hoje todos celebram o S.Martinho.

Comem-se castanhas, há magustos pelas escolas, anda tudo mais animado.

... menos eu!

Sinto a tua falta!
Muito!
Mais do que eu mesma esperava!

Eu sei que estivesses por cá era possível também não estar contigo - mas pelo menos não haveria um Oceano no meio de nós.
É aquela coisa de saber que há disponibilidade, mesmo que dela não usufruas.

E hoje ... de todos os dias ... hoje, a saudade aperta mais.
Ao ponto de ter de vir aqui desabafar.
É que eu gosto mesmo muito de ti - e queria deixá-lo devidamente afirmado e confirmado neste Universo virtual que é a rede global.
Sim, porque no mundo real ... já todos sabem.

E tu também, certo?

Um beijo - espero que o sintas aí onde estás com um pedacinho de mim!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ando ausente...


... mas não ando completamente desaparecida!


5 beijocas azuis e bem humoradas - ainda que exaustas!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Isto é mesmo uma aldeia...

... mas não a trocava por nada deste Mundo!

Uma rede social permitiu-me o reencontro com alguém que conheci aos 7 anos e com quem convivi de perto até cerca dos 13/14. Depois, a vida encarregou-se de começar a complicar-se e acabamos por não ter um contacto tão frequente como outrora. No entanto, no meu imaginário, tratava-se de alguém que me merecia carinho e admiração e que rotulei de ‘fadado para ser bem sucedido’.

Quis, então, o nosso percurso profissional que as nossas agendas se conjugassem finalmente e eis que descobrimos contactos em comum e uma proximidade engraçada que nos leva a questionar como é que ainda não nos tínhamos cruzado antes.


Que bom foi o reencontro!

E que bom foi confirmar que o meu rótulo estava certo.

É como te disse, João: esta nossa Invicta metrópole é mesmo uma aldeia; mas eu não a troco!


; )

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Hoje não é um dia bom!

Sinto-me vazia.
Como se tivesse sido arrancada de mim a minha essência.
Aquilo que faz deste cárcere corpóreo eu!

Dói!

Aperta!
Sufoca por dentro!
Apetece-me gritar!
Muito!
E muito alto!

Mas ao mesmo tempo, só me apetece deitar-me e ficar quieta.
Sem mexer.
Sem sentir!

Dói!

... qué colinho!

: (

Não - decididamente, hoje não é um dia bom!

sábado, 4 de setembro de 2010

Não posso crer!



Já sou a irmã mais velha de alguém há 30 anos!


E não é de um qualquer alguém: é de uma mulher maravilhosa, ainda que crítica; doce, ainda que analítica; excelente filha (admitam-no, Pai&Mãe!), paciente neta, santa Tia e fabulosa cunhada.
Isto sem entrar no domínio profissional onde os elogios ainda mais seriam!



Sim, é verdade: há 30 anos saí para comprar pão e quando cheguei a casa foi-me dito que a Mamã tinha de ir ao Hospital.


Lembro-me de ter sido castigada por não ter cumprido com o que me tinha sido dito por causa do telefone, de adorar o berço onde estava o bebé no hospital e de ter tentado oferecer a fruta que mais me agradava ao mesmo bebé quando ele chegou a casa.


Mas do que mais me lembro é de que aquele ser pequenino foi o ‘meu’ primeiro bebé e que desde que ele chegou a casa a minha vida mudou.



Bom, 30 anos passados, sei que já desiludi muito (e ainda o vou fazer mais vezes!) a minha Mana, mas gostava de me concentrar nos aspectos bons e dizer que:


Mana, apesar de não ter havido a adopção de que falavas em pequenina, gosto MESMO MUITO DE TI!



Um beijo de uma irmã babada e fã número 1!