Até sempre!
http://www.youtube.com/watch?v=vlELGeAMT
São 4 minutos.
Apenas 4 minutos.
E fazem grandes mudanças, se os soubermos ver bem.
Sempre ouvi dizer que com o mal dos outros podemos nós bem. Mas há quem tenha mais direito a dizer algo desse género e escolha não o fazer.
As escolhas são assim mesmo: uma opção que devemos fazer de forma ponderada porque vai determinar tudo.
Algo se parte: posso escolher reagir mal e disparatar ou reagir bem e dizer que foi um acidente. Há que escolher um caminho: o dia um dia amargurado ou o dia de um dia normal.
Por isso, numa fase de alterações internas, escolho partilhar este vídeo com todos - acho mesmo que vale a pena!
; )

Mas é que estou mesmo!
Isto de ter um blog acarreta algumas responsabilidades. Por isso mesmo, hoje decidi que a minha entrada seria um pouco mais …’científica’.
Assim, escolho falar-vos de uma espécie rara, mas especial que merece toda a minha admiração: o HOMO JORJUS.
Trata-se de uma espécie originária da zona Norte do País do Concelho berço da nossa nação.
A espécie está em constante desenvolvimento e tem apresentado mostras evidentes de crescimento.
Nos seus primórdios, detinha uma cega fé na raça humana, ao ponto de dar gorjeta aos arrumadores e aguardar que eles trouxessem troco. Mas estávamos na época do escudo, pelo que já lá vão muitos anos – físicos e psicológicos.
Neste momento, deu-se um óbvio crescimento psicossocial, ao ponto de haver uma maior abertura mental e cultural que soma experiências em bares e eventos frequentados por indivíduos com tipos de vida alternativos – nos quais, se diga há uma perfeita integração, exactamente pelo já referido salto evolutivo. A bandeira com o arco-íris deixou de assustar e passou a ser sinónimo de contactos originais.
Profissionalmente, esse aperfeiçoamento também se nota, pela forma semi-maquiavélica como consegue controlar tudo e todos, sem que os outros se apercebam. O truque está em ser indispensável e dar às pessoas aquilo que elas querem – mesmo que elas ainda não saibam que o querem. Este facto evidencia que se trata de uma espécie bastante desenvolvida em termos mentais – ainda mais do que ela própria saberia.
Com o passar dos anos, e como em todas as raças, a necessidade de perpetuar a espécie falou bem alto e o Homo Jorjus entregou-se, de corpo e alma, à sua descendência. Pai dedicado e empenhado, faz todo o tipo de sacrifícios pelas suas crias e sempre com um sorriso nos lábios – mesmo que isso implique ter de recorrer a contactos na Tailândia ou terras afins. O cansaço de tal dedicação, por vezes, leva a atitudes irreflectidas (como ir buscar uma cria à escola, sair com ela e depois ir colocá-la na dita instituição de novo para voltar a ir buscá-la de seguida), mas esse desligar cognitivo está intimamente ligado às noites menos bem dormidas.
Há pouco tempo, foi promovido um convívio onde o Homo Jorjus esqueceu que a idade também pesa nas espécies especiais e para que o conteúdo de copo algum fosse desperdiçado, houve uma ingestão em demasia de um certo néctar, cuja consequência pesada passou pelo cancelar de um churrasco. Mas só porque o fígado estragou o serão, não significa que não virão mais eventos agradáveis.
Uma curiosidade desta espécie é que apesar de apenas ter tomado conhecimento dela há pouco tempo, não deu para evitar que ela entrasse na vida da nossa família pelo tapete vermelho. É que pessoas boas há poucas e quando as vemos não devemos desperdiçar a oportunidade de as ter na nossa vida – ainda para mais quando se trata de uma espécie especial ao ponto de merecer um artigo em sua honra.
em mais uma câmara oculta colocada pelos Pais de uma criança que apanhou a ama a fazer mil e uma maldades à criança.