sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Isto é mesmo uma aldeia...

... mas não a trocava por nada deste Mundo!

Uma rede social permitiu-me o reencontro com alguém que conheci aos 7 anos e com quem convivi de perto até cerca dos 13/14. Depois, a vida encarregou-se de começar a complicar-se e acabamos por não ter um contacto tão frequente como outrora. No entanto, no meu imaginário, tratava-se de alguém que me merecia carinho e admiração e que rotulei de ‘fadado para ser bem sucedido’.

Quis, então, o nosso percurso profissional que as nossas agendas se conjugassem finalmente e eis que descobrimos contactos em comum e uma proximidade engraçada que nos leva a questionar como é que ainda não nos tínhamos cruzado antes.


Que bom foi o reencontro!

E que bom foi confirmar que o meu rótulo estava certo.

É como te disse, João: esta nossa Invicta metrópole é mesmo uma aldeia; mas eu não a troco!


; )

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Hoje não é um dia bom!

Sinto-me vazia.
Como se tivesse sido arrancada de mim a minha essência.
Aquilo que faz deste cárcere corpóreo eu!

Dói!

Aperta!
Sufoca por dentro!
Apetece-me gritar!
Muito!
E muito alto!

Mas ao mesmo tempo, só me apetece deitar-me e ficar quieta.
Sem mexer.
Sem sentir!

Dói!

... qué colinho!

: (

Não - decididamente, hoje não é um dia bom!

sábado, 4 de setembro de 2010

Não posso crer!



Já sou a irmã mais velha de alguém há 30 anos!


E não é de um qualquer alguém: é de uma mulher maravilhosa, ainda que crítica; doce, ainda que analítica; excelente filha (admitam-no, Pai&Mãe!), paciente neta, santa Tia e fabulosa cunhada.
Isto sem entrar no domínio profissional onde os elogios ainda mais seriam!



Sim, é verdade: há 30 anos saí para comprar pão e quando cheguei a casa foi-me dito que a Mamã tinha de ir ao Hospital.


Lembro-me de ter sido castigada por não ter cumprido com o que me tinha sido dito por causa do telefone, de adorar o berço onde estava o bebé no hospital e de ter tentado oferecer a fruta que mais me agradava ao mesmo bebé quando ele chegou a casa.


Mas do que mais me lembro é de que aquele ser pequenino foi o ‘meu’ primeiro bebé e que desde que ele chegou a casa a minha vida mudou.



Bom, 30 anos passados, sei que já desiludi muito (e ainda o vou fazer mais vezes!) a minha Mana, mas gostava de me concentrar nos aspectos bons e dizer que:


Mana, apesar de não ter havido a adopção de que falavas em pequenina, gosto MESMO MUITO DE TI!



Um beijo de uma irmã babada e fã número 1!

domingo, 29 de agosto de 2010

É tempo de ...


...parar.
É tempo de não adiar.
É tempo de admitir.
É duro chegar a certas conclusões, mas necessário fazê-lo.
Só assim se pode iniciar o processo de cura.
E o regresso - o MEU regresso!

Quando estamos perdidos, devemos dar graças pelas nossas bençãos e não lamentar as perdas.

É mais fácil de dizer/escrever, do que fazer, não?


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Adeus, Grande Mestre!

Neste dia triste, queria agradecer-lhe as muitas horas de evasão que as suas obras me permitiram.

Até sempre!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Escolhas!

http://www.youtube.com/watch?v=vlELGeAMToE&feature=player_embedded!

São 4 minutos.

Apenas 4 minutos.

E fazem grandes mudanças, se os soubermos ver bem.

Sempre ouvi dizer que com o mal dos outros podemos nós bem. Mas há quem tenha mais direito a dizer algo desse género e escolha não o fazer.

As escolhas são assim mesmo: uma opção que devemos fazer de forma ponderada porque vai determinar tudo.

Algo se parte: posso escolher reagir mal e disparatar ou reagir bem e dizer que foi um acidente. Há que escolher um caminho: o dia um dia amargurado ou o dia de um dia normal.

Por isso, numa fase de alterações internas, escolho partilhar este vídeo com todos - acho mesmo que vale a pena!

; )

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Que coisa mais feia para se sentir!

"Inveja é fome que enjoa.
É cama que tira o sono.
Magra cadela raivosa,
que morde no próprio dono!"


Durante muitos anos, cruzei-me com esta quadra, colocada na parede da casa de uma vizinha.
Nunca lhe achei grande piada e duvido muito que a tivesse percebido completamente.
Mas com a idade, veio a mudança de casa, de estado civil, de prioridades, ... de uma série de coisas que me abriram os olhos.
De facto, aquela quadra escrita a azul num azulejo branco com uma moldura a imitar o dourado, fazia algum sentido.
Mas a verdade é que é um elogio a um sentimento muito feio, mesquinho e baixo.
Um sentimento que prolifera que nem ervas daninhas e que compromete o mais nobre dos nobres - sim, que o Povo diz, e com razão, que no melhor pano cai a nódoa!
E como ultimamente me tem sido chamada a atenção para alguns representantes desta emoção menos 'limpa', não queria deixar de recordar o azulejo da casa da Senhora Maria.
Se ela o colocou na parede, ela lá sabia porquê!
; )