segunda-feira, 18 de junho de 2012

Agora que já só me faltam 4 anos para os meus 'míticos' 40...

... é tempo de fazer uma ligeira avaliação dos estragos.
Sim, eu era muito querida quando era pequenina e era gira e simpática e com os anos fiquei velha, estragada e em mau estado. Mas cada ruga, cada cicatriz, cada marca tem a sua história e faz de mim quem eu sou.
Fiz muitas asneiras - umas mais graves que outras, mas todas devidamente pagas. Magoei irrefltidamente algumas pessoas - talvez deva alguns 'desculpa!', mas também já paguei cada um desses pendentes.
Já deixei que me magoassem, porque acho sempre que as pessoas são boas e jamais agiriam de má fé ou de forma egoísta ou optariam por uma postura dupla e baixa para comigo, porque eu não o faria. Já deixei as pessoas pensarem que não percebo o que se passa para evitar problemas - e também porque talvez não me mereçam o esforço de um confronto.
Contudo: cada falha, cada erro, cada ferida fazem de mim uma pessoa mais atenta.
Sei quando me estão a indrominar, mas não desmascaro ninguém porque pura e simplesmente não vale a pena.
Sei ver quando me estão a mentir, mas nem me dou ao trabalho de dizer nada, porque se alguém opta por esse caminho, lá saberá porquê.
Nem perco tempo em pedir justificações a quem usa o meu nome em vão - not worth it.
E começo a envergonhar-me menos por quem faz figurinhas tristes - não me compete a mim ter a vergonha que lhes falta.
Eu só quero paz!
Quero calma. Quero sentir. Quero trabalhar, sem ter chatices de maior.
Quero viver, sem ser demasiado incomodada por coisas que não importam, para ter energia para lidar com o que importa: a minha família, os meus AMIGOS que merecem a minha atenção, o meu carinho e a minha disponibilidade - seja para ajudar ou só para foliar....
No geral, apesar da embalagem estar danificada, a essência até nem é má e continua a maturar no bom sentido e com boas referências.
Por isso decidi escrever este apontamento: sou grata pela sorte de ter uma família fabulosa que tem vencido cada obstáculo em conjunto; sou grata pela família que crio e que tento seja uma unidade forte e sólida; sou grata pelo trabalho; sou grata pela saúde; e sou grata pela honra e o privilégio de ter por perto pessoas que me ensinam e que me mostram que ainda vale a pena ter uma réstia de esperança na raça humana - não vos identifico, porque vocês sabem quem são!
;)
Obrigada, de coração, pelas bençãos concedidas!

terça-feira, 12 de junho de 2012

É o progresso, I guess!


Apenas um apontamento rápido: por vezes sinto falta do tempo em que tudo era menos eletrónico.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Só tu e eu sabemos...

... o quanto custa o dia de hoje.
Dói, mesmo quando não penso - e tento não pensar... embora isso só torne tudo mais complicado.
Saber que se faz o que está certo, nem sempre facilita e, desta vez, está a ser mesmo muito dificil perceber isso.
O bem maior... será?
DESCULPA nada ter sido o tudo que podia!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Há luz ao fundo do tunel?!


Ultimamente tem-se-me escapado a força para colocar aqui o que penso.
Talvez porque o que penso esteja desordenado, desmotivado e até descoordenado.
Mas a verdade é que não me sai da cabeça uma frase de F. D. Roosevelt: "A coisa pior que há na vida não é não ter conseguido; é nunca ter sequer tentado."
Assim sendo, vou tentando.
Talvez sem grande convicção hoje, ... mas mais amanhã, ...o que importa é não desistir, certo?
Portanto, a ti que brilhas ao fundo da escuridaão: eu vou chegar aí.
Não sei quando.
Nem sei como.
Só sei que vai ser dificil, mas que eu vou chegar!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Assim não dá!


Eu sabia que o ano ia ser complicado.

Eu sabia que haveria imensos desafios.

Mas... tinham de ser provações intensas e até injustas em catadupa?!

E tinham de se abater sobre quem menos as merece?!

Bem sei que no nosso caminho apenas são colocados os desafios que Alguém acha que nós conseguimos ultrapassar e que nem sempre podemos compreender logo o porquê dessas vivências.
Contudo... começa a ser um bocadinho demais.
As forças começam a falhar e nem mesmo fazendo das tripas coração conseguimos ir buscar aquele pedacinho de vigor que faz a diferença.

Há que continuar a tentar.
Levar um dia de cada vez.
Sorrir.
Pensar pensamentos bonitos, como diria a Maria no seu "Sound of Music": 'raindrops on roses and whiskers on kittens...'
Eu tento, Maria, ... eu bem tento!
Mantenho a minha FE por motivos óbvios.
Mas um sinal... viria mesmo a calhar!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sinceramente...



... não sei que esperar de ti.


Oiço muita coisa, penso outra tanta, ... mas ainda não me decici.


Precisava que 2011 acabasse de vez - não será dos anos que com mais carinho e alegria vou recordar.
Mas pensava que a viragem das páginas do calendário mudariam tudo, como que por artes mágicas.
Contudo, o que se lê, o que se ouve, o que se adivinha... quase dá vontade de recuar o contador.


Portanto: ainda não me posicionei em relação a ti, Ano Novo.


Sei que tenho de cuidar mais de mim e fazer de tudo para que as agruras dos crescidos passem bem ao largo dos dois miúdos que me dão razão para viver e lutar-é um plano.
Mas... e o resto?
E a sensção estranha que eu tenho quanto ao teu desenrolar?


Bom, levemos um dia de cada vez, com calma, fiéis aos nossos princípios e valores ... e quem sabe... tudo não se desenrola de uma forma ... mais tranquila...!?!...



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Natal!



O Natal é um tempo de família.

No Natal o que importa é a união, a partilha e a alegria de reunir, num serão, as pessoas que nos são mais queridas.

Mas... é assim o Natal de todos?

Este ano de 2011 foi um ano longo e desgastante... nada o ano ameno que tanto pedi por esta altura, no ano de 2010.
As feridas sucederam-se e as aprendizagens também.
Claro que houve alegrias, ... mas as contrariedades sobrepuseram-se-lhes.
Por isso, Menino Jesus, devo dizer-Te que fiquei desapontada - contava que Tvesses feito o que os meus rapazes Te aconselharam nas suas cartitas: que Tivesses deixado calma nos sapatinhos dos crescidos e alegria nos sapatinhos dos miúdos.
Não estou a desdizer dos miminhos com que nos Brindaste - de todo. Mas em tempo de balanço de um ano que se finda e em época de definição de novas estratégias, prioridades, planos e 12 desejos a pedir aquando das doze badaladas, rogo-Te que me oiças e Te certifiques que Espalhas pelo mundo alguns pozinhos de tranquilidade, carinho, paz, solidariedade e demais princípios que simplificariam a vida de todos - porque se todos trabalharmos para o mesmo... tudo fica mais fácil!

Obrigada, sim?
E um beijinho especial para Ti, que também deves ter o teu coração apertadinho com tanto disparate que Tens de ver!